Implementação de LMS é sempre traumática.
Quem não viveu, ainda viverá. E quem viveu, sobreviveu pra contar
A gente sempre fica perdendo o sono com o que o LMS precisa ou não precisa fazer, se foca nas funcionalidades, na ferramenta, e deixa de lado o mais importante: O que a empresa precisa?
Conhece-te a ti mesmo
Fazer um bom mapeamento dos seus processos de treinamento e desenvolvimento é fundamental. É a fundação da sua casa.
Se você não tiver isso bem explicado, ilustrado, exemplificado e documentado, quando você finalmente fizer a sua mudança, a casa vai ruir com todas as coisas dentro.
Feito isso, o segundo passo é o bom e velho benchmark. E benchmark de processo, não de ferramenta, ainda.
PROCESSO. Primeiro PROCESSO.
Visite universidades corporativas, empresas referência em processos de RH. Isso ajuda a entender quais são os padrões de mercado.
Por mais específico que seja o seu negócio, quanto mais próximo você conseguir se manter dos padrões de mercado, melhor. Os padrões são baseados em lições aprendidas, facilitando a sua vida e evitando que você cometa o mesmo erro que centenas de empresas já cometeram. Além disso, ter um processo padrão torna mais fácil incorporar mudanças futuras, já que além de você muita gente também vai ter que quebrar a cabeça para se adaptar.
Evite a o Modelo Apocalíptico de Gestão
O Modelo Apocalíptico de Gestão é aquele que você resolve o problema de hoje e esquece que amanhã, semana que vem, mês que vem, ano que vem e daqui 10 anos, essa sua decisão vai estar lá ainda, impactando TUDO que você for fazer.
As vezes você tem uma necessidade hoje e ela é muito importante. Vale a pena fazer tudo em volta dela? Eu sugiro: coloque todas as suas necessidades em um papel e faça um asterísco na frente de cada uma que você tem certeza que não vai mudar nos próximos 5 anos. Faça esse exercício com seriedade. Chame outras pessoas pra dar opinião. Leve essa lista no benchmark.
Planeje e não tenha medo dos impactos
Não deixe de iniciar nenhuma mudança por medo dos impactos. Não procrastine: Se algo precisa ser mudado, mude já. É melhor mudar tudo de uma vez do que mudar uma parte agora e depois descobrir que ainda não acabou.
Isso pode ter consequências graves pra sua carreira. Se você iniciar uma mudança e não deixar documentado o processo completo, caso você deixe a empresa, corre um grande risco de virar aquele ‘eterno bandido que foi embora’. Faça um plano formal, deixe todo mundo ciente. Se na sua ausência alguém resolver cortar ou descontinuar, o problema não é mais seu.

Oprah está na era do Web Seminar!
Depois da escola para garotas na Africa, Oprah dá os primeiros passos em seminários web.
Hoje a noite acontece a primeira aula on-line do “New Earth Web Event“. O evento acontece no Oprah.com e tem apoio do Skype, além de outros grandes patrocinadores.
Acho super válido para a popularização da forma do evento.
Hoje foi o meu dia de finalmente aproveitar a internet rapidinha do evento. Era o que me restava depois de perder o sumô dos robôs.
Ainda tinha um pessoal brincando pela Bienal, se divertindo um bocado, mas a ação mesmo eu perdi.
Alguns protestos pacíficos e bem humorados deram o tom da tarde.
Apesar da parte de baixo estar insuportavelmente cheia e a parte de cima estar bem desanimada, foi bem saudável!
O quarto dia do Campus Party me pareceu mias morno.
O pessoal que topou acampar já está um pouco cansado demais. O pessoal do ‘agita aí’ da criatividade já está repetindo as mesmas idéias. Se bem que parece que hoje a noite vai rolar uma ação mais ousada. Veremos.
A palestra do John Maddog foi bacana, mas nada demais. Vale pela figura e pela presença do homem. Já do Steven Johnson foi bem fraca. Arrisco-me a dizer que a entrevista que o Radar Cultura fez com ele foi melhor que a palestra em si. Eu perdi, mas o gongo do dia parece ter ficado mesmo para a palestra da pobre MariMoon, sobre fotografia digital (oi?).
O workshop de robótica me pareceu bem quente. Todo mundo concentrado, se preparando pro Sumô de Robôs.
Ou melhor, mais uma noite.
Só consegui chegar por lá a noite.
Consegui ver um pouquinho da palestra do Edney e fuçar um pouco nas outras palestras simultâneamente.
A oficina de modding estava animadíssima, todo mundo com a mão na massa. Acho que era a parte mais verdadeiramente colaborativa do evento.
Começou!
Relativamente bagunçado, comecou o primeiro Campus Party Brasil.
Quem chegou a tarde pegou muita fila, mas as 7, quando eu cheguei, já estava tudo ok.
Não consegui nenhum mapa ou programação do evento, mas os outros campuseiros eram solidários aos recém chegados e perdidos e davam o caminho das pedras.
A área de mods está muito boa! Cheia de bizarrices, chamando muita atenção.
Apesar do troca-troca de regras do uso e doação das barracas, já tinha gente com tudo montado e até toalhinha pendurada, secando depois do banho.
Quarta terá a palestra com a Heather Champ, do Flickr, que está com um stand bem movimentado por lá.
Mais no blog do convidado Mr. Manson no G1, maravilhosamente batizado de ‘São Paulo Fashion Geek’.
Hoje eu passei por essa faixa fotografada pelo Jean.
Achei incrível. Eu jamais achei que ia ver AdWords na rua.
O futuro chegou, como diria a Claro.